terça-feira, 16 de dezembro de 2008
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Bocage apresenta-se aos mais novos

No dia 10 de Dezembro chegámos à escola muito ansiosos. Na sala de aula esperámos impacientes a hora da partida para a visita. Quando os ponteiros do relógio marcaram 9h e 30m saimos. Estava um dia maravilhoso. Aproveitámos e fomos a pé.
A D. Leonor, já nossa conhecida, e o Sr. Catalão apresentaram-nos a vida e obra do poeta Setubalense -Manuel Maria Barbosa du Bocage .
Bocage nasceu em Setúbal, no dia 15 de Setembro de 1765 . Aos dezasseis anos alistou-se na marinha. Tal como o seu avô materno tornou-se marinheiro.
Embarcou na Nau Nossa Senhora da Vida e rumou até ao Rio de Janeiro, depois até à Ilha de Moçambique, Goa e Damão. Na India visitou locais onde, dois séculos antes, tinha vivido outro poeta português, de seu nome - Luis Vaz de Camões.
Em Damão decidiu deixar de ser marinheiro e fugiu para Macau. Com a ajuda de amigos regressou a Lisboa e não voltou mais a Setúbal.
Na capital, Bocage levou uma vida de boémia, com muito vinho e muitas namoradas.
Vivia de poemas que escrevia. Escreveu um poema com a palavra «liberdade». Por esse motivo o Intendente da Policia, Pina Manique,decretou a sua prisão.
Aos quarenta anos de idade, em 21 de Dezembro de 1805, Bocage faleceu na casa da sua irmã mais nova, Maria Francisca.
A sua terra natal homenageou-o com a estátua, a praça, as escolas, cafés e a casa museu.
A nós, cabe-nos divulgar o seu nome e a sua ilustre obra.
A D. Leonor, já nossa conhecida, e o Sr. Catalão apresentaram-nos a vida e obra do poeta Setubalense -Manuel Maria Barbosa du Bocage .
Bocage nasceu em Setúbal, no dia 15 de Setembro de 1765 . Aos dezasseis anos alistou-se na marinha. Tal como o seu avô materno tornou-se marinheiro.
Embarcou na Nau Nossa Senhora da Vida e rumou até ao Rio de Janeiro, depois até à Ilha de Moçambique, Goa e Damão. Na India visitou locais onde, dois séculos antes, tinha vivido outro poeta português, de seu nome - Luis Vaz de Camões.
Em Damão decidiu deixar de ser marinheiro e fugiu para Macau. Com a ajuda de amigos regressou a Lisboa e não voltou mais a Setúbal.
Na capital, Bocage levou uma vida de boémia, com muito vinho e muitas namoradas.
Vivia de poemas que escrevia. Escreveu um poema com a palavra «liberdade». Por esse motivo o Intendente da Policia, Pina Manique,decretou a sua prisão.
Aos quarenta anos de idade, em 21 de Dezembro de 1805, Bocage faleceu na casa da sua irmã mais nova, Maria Francisca.
A sua terra natal homenageou-o com a estátua, a praça, as escolas, cafés e a casa museu.
A nós, cabe-nos divulgar o seu nome e a sua ilustre obra.
Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno...
Texto colectivo -Turma do 3ª ano C
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Semana da Ciência e da Tecnologia - Experimentar a Ciência

A Escola Superior de Tecnologia de Setúbal do Instituto Politécnico de Setúbal (ESTSetúbal/IPS) dinamizou, a Semana da Ciência e da Tecnologia - iniciativa integrada no Programa Ciência Viva e, na qual, a nossa escola também participou. Esta actividade tem como objectivo sensibilizar para a Engenharia, Física e Matemática, dirigindo-se a estudantes do Ensino Secundário e crianças do Pré-Escolar e 1º Ciclo.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Visita à Casa Bocage
No dia 14 de Novembro fomos à casa Bocage ver a peça "Bocage apresenta-se aos mais novos".
Saímos da Freguesia de Nossa Senhora da Anunciada e parámos na Rua da Brasileira, para ver a casa onde nasceu Luisa Todi.
Seguindo o nosso caminho, observámos a Fonte que foi retirada da praça de Bocage.
Seguindo o nosso caminho, observámos a Fonte que foi retirada da praça de Bocage.
Passámos pela Rua António Maria Eusébio, "o calafate". Foi o cantador de Setúbal.
Parámos em frente da estátua de Bocage. Atrás de nós estava a Igreja de S. Julião com a sua porta de estilo manuelino.
Já na casa Bocage, junto à Igreja de S. Sebastião, ficámos a conhecer a história da vida do poeta Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Depois de uma pausa, passámos junto do Museu de trabalho Michel Giacometti e da Igreja de Santa Maria da Graça.
A seguir entrámos na Igreja de S. Julião e dirigimo-nos para o Largo de Jesus. Aqui, visitámos a Igreja de Jesus.
Regressámos à Escola por volta do meio-dia, depois de atravessarmos as freguesias de S.Julião, Santa Maria da Graça e S. Sebastião.
Texto colectivo do 3º A
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Projecto - «Desporto nas Escolas - 1º Ciclo»
No dia 6 de Novembro fomos ao Complexo Municipal de atletismo.
Acompanharam-nos a turma do 3º ano – B, a professora Vera e o professor António Carlos.
Fomos transportados num autocarro disponibilizado pela Câmara Municipal, visto que este projecto é promovido pela Autarquia de Setúbal.
Chegámos ao Complexo e tínhamos à nossa espera dois professores, para realizarem connosco as actividades de Educação Física. Na pista de atletismo fizemos corridas, estafetas e jogos.
Terminámos as actividades, lanchámos e regressámos à escola no mesmo autocarro felizes e cansados, mas muito entusiasmados com a nossa participação neste projecto.
Trabalho colectivo dos alunos do 3º C
Acompanharam-nos a turma do 3º ano – B, a professora Vera e o professor António Carlos.
Fomos transportados num autocarro disponibilizado pela Câmara Municipal, visto que este projecto é promovido pela Autarquia de Setúbal.
Chegámos ao Complexo e tínhamos à nossa espera dois professores, para realizarem connosco as actividades de Educação Física. Na pista de atletismo fizemos corridas, estafetas e jogos.
Terminámos as actividades, lanchámos e regressámos à escola no mesmo autocarro felizes e cansados, mas muito entusiasmados com a nossa participação neste projecto.
Trabalho colectivo dos alunos do 3º C
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
O cavalo de Tróia

Esta história fala-nos de uma guerra entre gregos e troianos.
Era uma vez um guerreiro grego chamado Ulisses. Um dia o príncipe troiano Paris raptou a rainha grega Helena e levou-a para Tróia. E foi assim que começou uma grande guerra, entre os troianos e os gregos. O guerreiro Ulisses como que a guerra nunca mais acabava teve uma ideia de construir um enorme cavalo de madeira. Assim que foi feito, puseram-no às portas da muralha de Tróia onde estavam escondidos Ulisses e alguns dos seus companheiros. Então os troianos como pensavam que tinham ganho a guerra puseram o cavalo dentro das muralhas. No silêncio da madrugada Ulisses saiu do cavalo, abriu as portas das muralhas e os seus guerreiros atacaram os troianos e salvaram a rainha Helena, que foi viver novamente para Ítaca muito feliz. A partir daí Ulisses foi chamado o destemido de Tróia.
Milene Fernandes de Barros – 4º C
Era uma vez um guerreiro grego chamado Ulisses. Um dia o príncipe troiano Paris raptou a rainha grega Helena e levou-a para Tróia. E foi assim que começou uma grande guerra, entre os troianos e os gregos. O guerreiro Ulisses como que a guerra nunca mais acabava teve uma ideia de construir um enorme cavalo de madeira. Assim que foi feito, puseram-no às portas da muralha de Tróia onde estavam escondidos Ulisses e alguns dos seus companheiros. Então os troianos como pensavam que tinham ganho a guerra puseram o cavalo dentro das muralhas. No silêncio da madrugada Ulisses saiu do cavalo, abriu as portas das muralhas e os seus guerreiros atacaram os troianos e salvaram a rainha Helena, que foi viver novamente para Ítaca muito feliz. A partir daí Ulisses foi chamado o destemido de Tróia.
Milene Fernandes de Barros – 4º C
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