quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Diga não à perseguição das tartarugas


Todos os seres vivos animais e plantas têm direito a viver a sua vida sem serem perseguidos ou mal tratados . Na terra há muitos animais perseguidos e mal tratados( lobos,tartarugas, ursos, baleias...) e muitos animais estão em vias de extinção, devido à pouca inteligência do homem.
Se o homem continuar a perseguir os animais deixarão de existir.
A tartaruga pertence ao grupo dos animais perseguidos.
O homem apanha os ovos para consumo, captura as tartarugas recém-nascidas e as tartarugas adultas são usadas para consumo e para fabrico de objectos de adorno.

O homem não deve poluir o mar e os rios para evitar a morte de muitos animais . Os pescadores devem prestar atenção às redes de pesca para não apanharem nenhuma tartaruga e não violar as leis da natureza.

Mário Batista - 3º - C

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

"Da História à acção..."




A Professora Dalila Baião, que nós já conhecemos da Ludoteca "O Moinho", veio à nossa escola contar-nos uma história, de sua autoria, e que se chama:

Era uma vez uma boneca

"No país dos sonhos, vivia uma boneca. Era uma boneca de trapos igual a tantas outras. Tinha cabelos de lã, olhos da cor do céu num dia de sol e o corpo... esse era de algodão.
Não era algodão doce, mas era mole, fofo e agradável.
Parecia uma boneca igual a tantas outras, mas esta, era especial. Ela guardava um segredo, bem escondido.
Esta boneca, sabia sonhar. Não era por acaso que ela vivia no país dos sonhos, onde tudo pode acontecer...
Um dia, depois de um belo sono, acordou alegre e feliz.
Espreguiçou-se, deu uma grande gargalhada e... começou a andar. Andava, caía, levantava-se e ria.
As suas gargalhadas eram tão divertidas que conseguiu acordar o palhaço Barnabé.

Ela já tinha reparado neste palhaço, que parecia atado em pequenas cordas, e achava estranho ele estar assim amarrado. Pensava como era triste, viver sem liberdade.
Com as suas gargalhadas, o palhaço acordou e para admiração da boneca, falou.
- Que risada é esta? Já nem dormir se pode no país dos sonhos? Quem me acordou?
A boneca surpreendida, sorriu e falou também:
- És tu palhaço? Tu que vives amarrado nas cordas também falas?
- Claro que falo e não estou amarrado como pensas, isto faz parte do meu trabalho. Sou uma marioneta, preciso que me ajudem nos movimentos, mas sou livre. Livre para sonhar, livre para pensar.
Vê lá tu, que quando chega a noite, deito-me numa nuvem azul e amarela e viajo para sítios onde nunca ninguém foi. Conheço mares, peixes, florestas, animais especiais, grutas encantadas, gnomos e fadas.
Falo com eles, eles contam-me segredos que eu guardo bem guardados e antes do sol acordar o dia, a nuvem traz-me de volta e deixa-me aqui ao pé de ti.
A boneca abriu a boca muito admirada:
- Ó palhacito, isso deve ser fantástico! Será que um dia destes podes pedir à senhora nuvem que me dê uma boleia e me leve contigo?
- Hum! E não contas a ninguém?
- Não, não, prometo. Promessa de boneca sonhadora.
Está bem. Esta noite falo com ela e tenho a certeza que te deixará comigo, conhecer o mundo dos sonhos.
- Combinado amiguinho, agora vamos voltar às nossas tarefas, esperar pelas crianças que tanto se divertem connosco. Sabes chegará o dia que lhes iremos contar os nossos segredos e as nossas aventuras.
Quem sabe se poderemos ir juntos ao país das Fadas, dos Gnomos e Duendes e aprender as suas magias...
E assim ficou combinado. O Palhaço iria falar com a nuvem de duas cores.
A boneca iria esperar ansiosa por essa resposta. Muita coisa ainda irá acontecer. Muitas aventuras estarão para chegar.
Será que estes dois amigos conseguirão viver juntos as novas Descobertas?
E a senhora nuvem, terá mais segredos para mostrar? Terá força para levar os dois amigos pelo ar fora?
E nós, como saberemos o que irá acontecer? Alguém tem uma ideia que possa ajudar? Vamos a isso!..."

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

O que eu quero ser

Eu cá quero ser tudo
Professora e médica
Porque gosto de ajudar
Mas também gosto de cantar

Gosto de ensinar
As pessoas que têm dúvidas
e também cantar
bonitas músicas

Joana Vaz - 4º A

Eu quero ser FBI
e não quero ser médico
descobrir vários ladrões
e prendê- los aos milhões

Filipe - 4º A

Eu quero ser professora
Para ensinar os meninos
A aprenderem a ler
A mudarem os masculinos para os femininos

Eu quero ser médica
Para tratar dos clientes
Para ficarem bons
E muito contentes

Mariana - 4º A

Quero ser piloto de F1
Para entrar nas corridas
Para vencer um a um
Vou para mil partidas

Bruno - 4º A

Eu cá quero ser futebolista
E também jornalista
Eu também gostava de ser árbitro
Dar cartões aos jogadores
É o que eu faço nesta vida
Sem que os cartões percam as cores.

Rafael Barros - 4º A

Quero ser veterinária
Ou biólga marinha
O que eu quero mais
É tratar dos animais

Cristiana - 4º A

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A Feira do Livro













Nesta feira vou comprar
Uma coisa de encantar
Livros de poesia
Que vão espantar.

Gosto muito da Feira do Livro
Que a todos faz bem
Ajuda a ler melhor
E a crescer também.

Nesta Feira do Livro
Que o professor fez
Ficamos com muita alegria
E contamos até três.

Amigos amigos
venham, venham entrar
Para ver tudo colorido
Como se fosse o Luar.

Agora despeço-me
Com alegria na mão
Vamos todos ler
Com muita emoção.

Joel - 4º - B

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

A árvore do tempo

A árvore do tempo é uma peça de teatro que fomos ver à Ludoteca. Nesta peça as personagens são: o ardina, a menina curiosa, o galo vaidoso, a galinha apressada e o relógio. A história fala sobre o tempo.
Havia um baú com mensagens e vários meninos foram ler as mensagens. O ardina explicou-nos como é que as galinhas chocam os ovos.
No fim o ardina disse que árvore tinha uma prenda para todos, uma caixinha que lá dentro tinha a seguinte mensagem: “Tempo de brincar é o tempo de crescer, sonhar e viver.”
Eu conclui que o amor e a alegria vencem as tristezas da vida.




















terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Visita de Estudo ao Museu do Trabalho

Hoje, dia 30 de Novembro, fomos ao Museu aprender como funcionou a indústria conserveira na cidade de Setúbal.
A D. Leonor estava à nossa espera e viveu connosco um dia de trabalho na fábrica.
Primeiro vestimos as roupas apropriadas. Depois retirámos a chapa numerada para marcar a nossa presença. A seguir descabeçámos as sardinhas salgámo-las, lavámo-las e cozêmo-las num forno a vapor chamado autoclave . Seguidamente enlatámos e azeitámos as sardinhas. Depois, as latas, foram à máquina cravadeira colocar as tampas. Por fim voltaram novamente ao forno para serem esterilizadas. Foram retiradas do forno e levadas ao controlador, que verficava a qualidade das latas. Foi uma manhã bem passada no Museu.

Inês Correia - 2º C